Esclerodermia

Tudo o que você precisa saber sobre esclerodermia/Esclerose Sistêmica.

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Esclerodermia: Tudo o que você precisa saber

A esclerodermia é uma doença autoimune rara, que afeta a pele e pode comprometer outros órgãos do corpo. Seu nome vem do grego, significando “pele dura”, devido ao espessamento e endurecimento da pele, que é uma das características mais marcantes da condição.

Neste artigo, vamos explorar os principais sintomas, causas, o processo de diagnóstico e os tratamentos disponíveis para essa doença.

Sintomas da Esclerodermia:

Os sintomas da esclerodermia podem variar de leves a graves, dependendo do tipo da doença e de quais órgãos estão envolvidos. 

Entre os mais comuns, podemos destacar:

  • Endurecimento e espessamento da pele, especialmente nas mãos, rosto e pés.
  • Dificuldade para movimentar as articulações devido ao enrijecimento da pele.
  • Fenômeno de Raynaud, que faz com que os dedos mudem de cor e fiquem dormentes em resposta ao frio ou estresse.
  • Problemas digestivos, como azia, dificuldade para engolir e má absorção de nutrientes.
  • Dificuldades respiratórias, quando os pulmões são afetados.

Causas da Esclerodermia:

A causa exata da esclerodermia ainda é desconhecida, mas sabe-se que ela está relacionada a uma resposta exagerada do sistema imunológico, que ataca os próprios tecidos do corpo.

Fatores que podem influenciar o desenvolvimento da doença incluem:

  • Genética: Pessoas com histórico familiar de doenças autoimunes têm maior risco.
  • Fatores Ambientais: Exposição a certos produtos químicos e toxinas pode desencadear a doença.
  • Problemas no Sistema Imunológico: O corpo começa a produzir colágeno em excesso, levando ao endurecimento da pele e de órgãos internos.

Diagnóstico:

O diagnóstico de esclerodermia pode ser desafiador devido à variedade de sintomas que ela pode apresentar. No entanto, exames específicos ajudam a identificar a doença:

  • Exame físico detalhado, observando o endurecimento da pele.
  • Exames de sangue para detectar anticorpos específicos associados à esclerodermia.
  • Exames de imagem, como radiografias e tomografias, para avaliar possíveis danos aos órgãos internos.
  • Testes de função pulmonar, para verificar o comprometimento dos pulmões.

Tratamentos para Esclerodermia:

Embora não haja cura para a esclerodermia, os tratamentos disponíveis visam aliviar os sintomas e prevenir complicações. As opções incluem:

  • Medicamentos imunossupressores: Para reduzir a resposta do sistema imunológico e evitar o avanço da doença.
  • Fármacos para controlar o fenômeno de Raynaud: Como vasodilatadores, que ajudam a melhorar o fluxo sanguíneo para as extremidades.
  • Fisioterapia: Para manter a mobilidade das articulações e melhorar a qualidade de vida.
  • Terapias tópicas: Cremes e pomadas para hidratar e aliviar o endurecimento da pele.

A esclerodermia é uma doença crônica e complexa, que pode afetar significativamente a qualidade de vida dos pacientes. 

No entanto, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado podem ajudar a controlar os sintomas e melhorar o bem-estar. 

Caso você ou alguém que conheça apresente sintomas como endurecimento da pele ou o fenômeno de Raynaud, procure orientação médica para uma avaliação detalhada.

É importante seguir as orientações do seu reumatologista, adotar hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação equilibrada e a prática de atividade física regular, e buscar apoio em grupos de pacientes.

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