Tratamento de Sindrome do Anticorpo Antifosfolipede com o Dr Cristiano Campanholo

Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide

Tudo o que você precisa saber sobre Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide.

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Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide​: Tudo o que você precisa saber

A Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide (SAF) é uma doença autoimune que provoca a formação de coágulos sanguíneos em artérias e veias. Além disso, a SAF pode causar complicações graves, como trombose, derrames e abortos recorrentes. 

A condição ocorre quando o sistema imunológico ataca por engano fosfolípides, que são moléculas essenciais nas células, resultando em anormalidades na coagulação do sangue.

Neste artigo, exploraremos os sintomas, causas, o processo de diagnóstico e as opções de tratamento para a Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide.

Sintomas:

Os sintomas da SAF variam de acordo com a parte do corpo afetada pelos coágulos. 

Entre os sinais mais comuns estão:

  • Trombose venosa profunda (TVP): Coágulos nas veias das pernas, causando dor, inchaço e vermelhidão.
  • Acidente vascular cerebral (AVC): Quando os coágulos atingem o cérebro, pode ocorrer um derrame, levando a paralisia, fala prejudicada ou perda de memória
  • Abortos recorrentes: Mulheres com SAF podem sofrer abortos espontâneos recorrentes, partos prematuros ou complicações graves na gravidez.
  • Embolia pulmonar: Coágulos que se movem para os pulmões, causando dor no peito, falta de ar e risco de morte.
  • Trombocitopenia: Baixa contagem de plaquetas, resultando em hematomas frequentes e sangramentos fáceis.

 

Outros sintomas menos comuns podem incluir úlceras na pele, manchas roxas na pele e dores de cabeça severas.

Causas:

A SAF é causada pela presença de anticorpos antifosfolípides no sangue, que interferem no processo normal de coagulação. Esses anticorpos atacam os fosfolípides, moléculas que ajudam a regular a formação de coágulos sanguíneos. 

As causas exatas do surgimento desses anticorpos não são totalmente compreendidas, mas alguns fatores de risco incluem:

  • Doenças autoimunes: A SAF é frequentemente associada a outras doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico.
  • Infecções: Certas infecções virais ou bacterianas podem desencadear a produção de anticorpos antifosfolípides.
  • Genética: Fatores hereditários podem aumentar o risco de desenvolver a síndrome.
  • Uso de medicamentos: Certos medicamentos, como a pílula anticoncepcional e tratamentos hormonais, podem aumentar o risco de coágulos.
  • Histórico de trombose: Pessoas que já tiveram episódios de trombose têm maior chance de desenvolver a SAF.

Diagnóstico:

  • O diagnóstico da SAF envolve uma combinação de exames de sangue e histórico clínico. 

Os principais testes diagnósticos incluem:

  • Exame de sangue para anticorpos antifosfolípides: Três tipos principais de anticorpos são testados: anticoagulante lúpico, anticardiolipina e anticorpos beta-2-glicoproteína. A presença de um ou mais desses anticorpos em níveis elevados confirma o diagnóstico.
  • Avaliação de trombose: Se o paciente já teve episódios de coágulos sanguíneos ou abortos recorrentes, é importante associar esses eventos com os resultados dos exames de sangue.
  • Exames de imagem: Em casos de suspeita de trombose, exames como ultrassonografia ou tomografia computadorizada podem ser realizados para identificar coágulos.

 

Para confirmar o diagnóstico de SAF, os anticorpos devem ser detectados em duas ocasiões, com intervalo de pelo menos 12 semanas entre os testes.

Tratamentos:

O tratamento da SAF tem como objetivo prevenir a formação de novos coágulos e evitar complicações graves. 

As opções de tratamento incluem:

  • Anticoagulantes: Medicamentos como varfarina e heparina são amplamente utilizados para reduzir a formação de coágulos. Eles exigem monitoramento regular para garantir que o sangue não se torne muito fino, o que poderia aumentar o risco de sangramentos.
  • Aspirina: Em alguns casos, a aspirina em baixas doses pode ser usada para prevenir a formação de coágulos, especialmente em pacientes com anticorpos, mas que ainda não tiveram episódios de trombose.
  • Tratamento durante a gravidez: Para mulheres grávidas com SAF, medicamentos como heparina e aspirina são frequentemente utilizados para prevenir abortos espontâneos e complicações. O acompanhamento médico durante a gravidez é essencial.
  • Mudanças no estilo de vida: Evitar tabagismo, adotar uma dieta saudável e manter o peso adequado são medidas que podem reduzir os fatores de risco para trombose.

A Síndrome do Anticorpo Antifosfolípide é uma condição séria que requer um diagnóstico precoce e tratamento contínuo para evitar complicações graves, como trombose e abortos recorrentes. 

Com o tratamento adequado e monitoramento regular, é possível controlar a formação de coágulos e manter uma boa qualidade de vida.

Se você tiver histórico de trombose, abortos frequentes ou estiver em um grupo de risco para doenças autoimunes, é importante procurar um médico para avaliação e testes apropriados.

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